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segunda-feira, 28 de março de 2011

McVoando alto – Revista Recognise

Confira a tradução da revista Recognise de março, na qual Pudd e Flones foram capas:


MCVOANDO ALTO

A “man band” britânica McFLY vem fazendo melodias cativantes e aperfeiçoando os penteados por quase uma década. Mas há muito mais para este quarteto do que parece.
RECOGNISE descobre o quanto mais.
O McFLY vem de um longo caminho desde quando era conhecido apenas como a banda suporte do Busted. Ligeiramente mais talentosos e muito mais bonitos, há sete anos desde que eles lançaram seu primeiro single, “Five Colours In Her Hair”. Agora com seus vinte e poucos, Tom (o mais velho, com 25), Harry, Danny e Dougie não só escrevem seu próprio material, eles mais ou menos administram a si próprios também. Acumulando as recompensas, eles podem (mas nunca iriam) se vangloriar por uma coleção de quinze Top10 singles (dos quais sete alcançaram o primeiro lugar no Reino Unido), quatro Top10 álbuns, mais de oito milhões de discos vendidos no mundo todo, e foram a banda mais jovem desde os Beatles a ter o álbum de estréia alcançando o número um no Reino Unido. Se você não está familiarizado com o som do McFLY, valerá o seu tempo dar um giro no seu mais recente álbum, Above The Noise – você poderá se encontrar aumentando o volume um nível ou dois. O álbum, lançado em novembro de 2010, veio depois que eles voltaram a trabalhar com a Universal Records, depois de uma separação 18 meses atrás entre sentimentos de restrição e limitação.
Durante a separação, o McFLY iniciou a Super Records, sua própria produtora independente, através da qual eles lançaram seu álbum de 2008, Radio: Active. As coisas começaram muito bem para eles, já que a edição grátis no jornal “The Sunday” viu o álbum chegar a 2,4 milhões de lares, aumentando a circulação do jornal em incríveis 300.000 cópias apenas naquela semana. Contanto com o apoio de um grande número de fãs para fazê-lo financeiramente viável, e com a recém-conquistada e lutada liberdade, foi o tipo de risco que a banda queria, e podia tomar. Tendo conquistado a Europa, eles então decidiram deixar para trás seu estilo punk-rock original e re-assinar com a Universal Records, sob termos que os deixaram muito mais felizes, e pularam na represa para a América pra inserir um pouco de R&B em sua música.
Above The Noise, o quinto álbum de estúdio, foi o resultado do trabalho deles. Ele vê a banda trabalhando com improváveis, mas bem-conceituados, nomes da indústria musical. O cantor/produtor Taio Cruz colaborou com o maior single do álbum, “Shine A Light”, e o produtor americano de hip-hop/pop, e completo festeiro, Dallas Austin, tem suas impressões digitais por toda a parte. As grandes cabeças da indústria têm notado essas colaborações como um momento emocionante para o McFLY. No entanto, parece que alguns de seus fãs podem estar um pouco duvidosos sobre a nova direção que o som deles assumiu. Mas, com a aclamação da crítica ainda soando nos seus ouvidos, parece que o misto de faixas influenciadas pelo R&B já pode ter atraído uma legião de fãs masculinos toda nova para manter a já gritante comitiva feminina. Uma recente sessão de fotos seminuas para uma famosa revista gay poderá logo adicionar mais alguns fãs masculinos para a sua base, também. O tom brincalhão nas fotos mostra a banda se divertindo e sem vergonha de revelar o seu, digamos, lado “atrevido”……?
Atrás da bateria e microfones, a banda também criou uma grande operação de negócio, incluindo o todo cantante e dançante site chamado Super City. Ao longo dos anos, eles construíram uma enorme base de fãs e concebeu uma engenhosa rede social que permitiu aos fãs se tornarem uma grande parte do mundo deles. Os fãs se registram para uma assinatura (assinantes são conhecidos como ‘pioneers’) na Super City para receberem notícias e vídeos exclusivos do McFLY e ainda a chance de receber uma ligação de telefone de um da banda – embora você precise ganhar uma quantia justa de pontos para esse privilégio particular! Talvez, se você for ‘bom’ o suficiente, o entusiasmado confeccionador da banda, Tom, poderá até mesmo fazer um cachecol de Natal para você – como ele fez para a família dele no ano passado (!)
Independentemente de como os McFLYs fazem seu próprios McNuggets, no entanto, datas da turnê esgotadas e milhões de seguidores no Twitter já os confirmaram como uma das bandas jovens de maior sucesso do Reino Unido na história recente. Então, como é que uma banda tão focada em fazer álbuns de platina consegue conciliar a caridade, viagens de construção de escolas na África com a construção de suas próprias, tudo englobando o ‘mundo McFLY’ para seus fãs? RECOGNISE encontrou com o quarteto McNífico para fotografar duas capas, discutir os segredos de seu sucesso e para falar sobre a tão esperada turnê de estréia pelo Reino Unido.
VOCÊS ACHAM QUE AS PESSOAS SABEM O QUÃO INDEPENDENTES VOCÊS SÃO, COMO UMA BANDA?
Harry: Eu acho que os nossos fãs sabem. E para as pessoas que não o fazem, não tem a menor importância porque eu não acho que eles se importem.
Tom: Eles nunca comprarão nosso álbum, de qualquer forma.
Harry: Eu acho que eles podem gostar da nossa música, mas eles gostariam simplesmente porque gostam da música, não se preocuparão conosco como músicos.
Tom: Eu realmente acho que nós temos muitos fãs que gostam da gente porque tocamos. Não somos como outro “boy bands”.
Harry: Mas eu acho que as pessoas que realmente se importam são nossos maiores fãs.
QUAIS FORAM OS MELHORES MOMENTOS DA CARREIRA DO MCFLY?
Danny: Toda vez que estamos em turnê e no palco, ouvindo as pessoas cantarem nossas músicas, é quando você entende o verdadeiro significado. Você está tocando as músicas e as pessoas estão gostando mesmo. É um sentimento incrível.
Tom: Quando nós tocamos no “V Festival”, foi o nosso primeiro festival. Foi uma experiência estressante porque não era o nosso público e nós não sabíamos o quão bem iríamos nos sair. Nós estávamos tocando em uma das tendas, a qual estava lotada e acima da capacidade; pessoas estavam do lado de fora assistindo por telas! Ouvir todo um bando de pessoas, mesmos os caras de vinte e poucos, que normalmente nunca iria comprar um ingresso para nos ver, todos cantando “All About You”, e sabendo toda a letra – isso foi realmente legal.
VOCÊS ACHAM QUE O SEU SOM VERSÁTIL É O SEGREDO DO SEU SUCESSO?
Tom: Eu acho e essa é a sorte de onde estamos; nós não somos uma banda de rock e nós não somos exatamente uma boy band. Nós estamos em algum lugar no meio, então eu acho que isso nos permite experimentar dos dois. O nosso último álbum, “Radio:Active”, foi muito mais inspirado no rock, enquanto nosso álbum mais recente é muito mais pop com diferentes influências, como o R&B.
VOCÊS TÊM RECEBIDO ALGUMAS CRÍTICAS DE FÃS DIZENDO QUE O NOVO ÁLBUM SOA MUITO DIFERENTE DO SEU MATERIAL ANTIGO. DEIXA VOCÊS TRISTES QUE VOCÊS POSSAM ESTAR PERDENDO FÃS POR CAUSA DISSO?
Tom: Isso não nos incomoda. Não importa quão direção você siga com um álbum, é sempre um risco e você nunca agradará a todos. Você tem que fazer o que acha que é certo. Nós sempre fizemos álbuns que gostamos e nunca os destinamos para um determinado grupo de pessoas, porque mesmo os seus maiores fãs nunca irão gostar de tudo. Eu compro os álbuns das minhas bandas favoritas por causa da banda e então eu vou eventualmente me acostumando ao som, mesmo que eu não goste de primeira. Nós falamos com fãs por todos os lugares, apenas perguntando se eles gostam do álbum. Eles irão nos dizer que não gostaram no início, mas que eles aprenderam a amá-lo e entenderam o que nós estávamos tentando fazer. Eu acho que esse é o caso com o álbum atual; é muito diferente.
VOCÊS OBVIAMENTE NÃO ESTÃO PREOCUPADOS EM ASSUMIR RISCOS.
Tom: Nós sempre assumimos riscos, seja com o estilo musical ou quando nós deixamos a Universal alguns anos atrás e nos tornamos independentes. Mas nós sempre achamos que as pessoas que têm sucesso na vida são aquelas que assumem os maiores riscos. Algumas vezes você ganha, outras não, mas essa é a nossa filosofia.
VOCÊS ACHAM QUE PODERÃO CONQUISTAR NOVOS FÃS POR MUDAR A SUA DIREÇÃO MUSICAL?
Harry: Eu acho que nós já conquistamos, mas é um tipo diferente de fã. São pessoas que gostam da música e então a compram, o que é diferente daquelas grandes fãs que realmente gostam de você quanto a uma banda.
VOCÊS TRABALHARAM COM DALLAS AUSTIN NO SEU ÁLBUM ATUAL, QUEM TAMBÉM ESCREVEU E PRODUZIU MICHAEL JACKSON, TLC, PINK, MADONNA E GWEN STEFANI NO PASSADO. COMO ESSA COLABORAÇÃO SURGIU E COMO FOI TRABALHAR COM ELE?
Tom: Nós queríamos trabalhar com um produtor novo e tentar alguma coisa realmente nova e diferente. Nós tínhamos escrito algumas músicas que eram um pouco mais influenciadas por Prince e Michael Jackson e tínhamos recém voltado a trabalhar com a Universal. Eles nos colocaram com o Dallas dizendo que ele seria perfeito para nós. Ele é obcecado por Prince e tinha trabalhado com Michael Jackson e Madonna em alguns álbuns pop realmente superiores. Então nós fomos e ficamos quatro ou cinco dias com ele em Atlanta para experimentar nossa escrita. Nós fechamos com ele imediatamente.
NÓS OUVIMOS DIZER QUE ELE É FESTEIRO, VOCÊS SE JUNTARAM A ELE?
Tom: Sim, bastante. Ele é um personagem maior do que a vida. No primeiro dia nós estávamos no estúdio, nós tínhamos passado algumas horas trabalhando em músicas quando ele recebeu uma mensagem do Elton John. Eles deviam se encontrar para jantar. Nós estávamos cansados da viagem de qualquer forma, então dissemos ‘vá, tudo bem’. Ele respondeu ‘Não, vou dizer a ele que não posso ir porque estou no estúdio com vocês’. Ele recebeu uma mensagem de volta dizendo ‘traga-os junto’. Então, nós saímos pra jantar com o Elton John! Quando voltamos fomos direto para o estúdio para trabalhar em mais algumas músicas. Então o Dallas disse que ele estaria discotecando em uma boate mais tarde, então nós fomos lá por mais algumas horas, voltamos e fomos para o estúdio de novo. Foi exaustivo! Nós não tínhamos terminado até por volta das sete da manhã.
Danny: E então ele estava de pé de manhã para nos acordar!
E COMO SURGIU A COLABORAÇÃO DO TAIO CRUZ?
Tom: Foi através da Universal. Inicialmente se falou sobre isso, mas não especificamente para o álbum, foi mais uma idéia. Então ele veio até a minha casa para ver o que nós conseguiríamos.
Danny: Nós pensamos que tínhamos o álbum completo nesse ponto, então o Taio foi um bônus.
Tom: Sim, e “Shine A Light” veio de lugar nenhum, foi uma idéia que tivemos em Atlanta, uma música que tínhamos começado…
Danny: Nós tínhamos deixado outra que nós sabíamos que iríamos escrever com ele, mas então “Shine A Light” foi um total de… Deus! Foi incrível porque nós não pensamos em nada disso e então tirar um single dali, o nosso mais vendido, foi o máximo. E ele é muito legal para trabalhar.
Tom: Nós normalmente sentamos em um dos nossos quartos, em um hotel ou algo assim, com uma guitarra e apenas escrevemos uma canção do início ao fim. Somente uma guitarra e nós. Dallas e Taio vão fazer uma batida primeiro, então algumas melodias e começar a gravar uma música antes de terem a escrito então são um pouco diferente de como nós trabalhamos. É sempre estranho quando você começa a escrever pela primeira vez com uma pessoa nova e ver como a relação irá funcionar. E como funcionou; nós já tínhamos muitas idéias para colocar lá e eles tinham as influências deles e colocaram as suas marcas no álbum.
HÁ ALGUÉM COM QUEM VOCÊS SONHAM TRABALHAR?
Danny: Nós estamos bem abertos, mesmo.
Tom: Alguma coisa com uma cantora. Nós fizemos alguns ótimos com artistas lendários. Brian May veio e tocou conosco em Wembley e nós cantamos no “We Will Rock You” [o musical de "West End" baseado em músicas do Queen] o que foi muito legal. Nós também tocamos com o Roger Daltrey, do The Who. Nós já tocamos com pessoas incríveis antes, mas seria legal fazer alguma coisa com uma cantora.
ALGUNS ANOS ATRÁS VOCÊS SE TORNARAM INDEPENDENTES E CRIARÁ O SEU PRÓPRIO SELO, O SUPER RECORDS. POR QUE VOCÊS FIZERAM ISSO E FOI ASSUSTADOR TOMAR ASSUMIR TAMANHO RISCO?
Tom: Nós tínhamos percorrido nosso caminho com a Universal no momento. Eles nos fizeram lançar um “Greatest Hits”, o que nós realmente não queríamos, mas contratualmente eles poderiam lançá-lo sem a nossa permissão.
Danny: E nós tivemos a oportunidade de partir.
Tom: Sim, segundo o contrato nós poderíamos sair se quiséssemos.
Danny: Então nós fizemos o máximo disso.
Tom: Nós somos muito sortudos porque muitas bandas não seriam capazes de fazer isso. Nós sabíamos que tínhamos os fãs, e os fãs não se importam se você tem contrato ou não. Nós tínhamos sido bem sucedidos o suficiente para sermos capazes de financiar tudo por nós mesmos, e nós fomos capazes de nos dar ao luxo de fazê-lo. Foi uma posição incrível de se estar. Eu acho que agora é muito mais estresse e sem preocupações.
Danny: O grande sucesso de fazer isso, e o álbum “Radio:Active”, é que nós construímos uma base de fãs ao redor da Europa e América do Sul, nós fizemos muitas coisas internacionais.
Tom: Essa é a principal coisa positiva de tudo.
Danny: Nós podíamos fazer o que quiséssemos como o álbum grátis com o “The Sun”. Agora nós podemos fazer coisas que as gravadoras não teriam nos permitido.
VOCÊS CONSIDERARIAM ASSINAR OUTRAS BANDAS NA SUPER RECORDS NO FUTURO?
Tom: É algo que nós temos conversado a respeito.
Danny: Nós não temos tempo para cuidar deles, ainda. Nós iríamos querer ser práticos com eles.
Tom: O McFLY meio que toma 100% do nosso tempo.
Danny: Eu tenho certeza de que nós iremos que tivermos tempo.
Harry: Talvez seja uma coisa que nós faremos mais pra frente. Acho que nós estamos um pouco preguiçosos e sem tempo no momento.
Tom: Seria difícil porque teria que ser algo que nós todos estivéssemos afim. Nós não iríamos querer forçar uma banda a fazer algo que não fosse o seu estilo.
Harry: Iríamos querer que eles fossem ótimos, não apenas a “banda do McFLY”.
Tom: É, eles teriam de ser capazes de conseguir sucesso por si próprios.
QUEM SÃO SEUS ARTISTAS FAVORITOS E INFLUÊNCIAS ATUAIS E DE TODOS OS TEMPOS?
Tom: Kings of Leon. Não há nenhuma influência deles no álbum atual, mas com certeza há no que estamos escrevendo agora. Eu gosto de coisas como The Beatles e The Beach Boys também; eles sempre são minhas influências.
Danny: Green Day.
Tom: Nós todos gostamos de coisas diferentes. Eu gosto de muitos musicais de teatro e trilhas sonoras de filmes e coisas assim.
Danny: Dave Matthew’s Band.
Dougie: Eu gosto muito de uma banda chamada Canterbury, eles serão grandes. Sleigh Bells, eles são ótimos. Everything Everything é muito bom também.
Danny: Não há muitas bandas grandes no momento como costumava ter. Era muito melhor quando eu era mais novo, eu juro! Dez vezes melhor!
MÚSICA E REDE SOCIAL PARECEM ANDAR DE MÃOS DADAS NESTES DIAS. VOCÊS PODEM NOS DIZER UM POUCO MAIS SOBRE O SEU SITE DE FÃS, O SUPER CITY?
Tom: Isso começou há uns dois anos porque nós nunca fomos felizes com os nossos websites, eles eram realmente ruins, e nós achamos que era a hora de renovar. Veio de ideia louca em ideia louca e antes que nós soubéssemos estávamos construindo este site de inscrições. Não havia realmente um modelo para o que nós queríamos construir, então nós tivemos que construir tudo do zero, tudo nesse mundo de duas dimensões e meia. Foi muito empolgante, porque ninguém tinha um website que se parecia e funcionava assim antes e nós tivemos a liberdade de dar nossa música aos inscritos e coisas assim. Todos com quem conversamos absolutamente amaram a ideia e uma vez que voltamos com a Universal, eles nos deram confiança para continuar. Então, ele decolou. No primeiro dia em que lançamos, tivemos dez milhões de acessos em oito horas – o site deu problema porque o servidor não conseguiu lidar com isso. A quantidade de pessoas que nós esperávamos que fosse se inscrever em um ano se inscreveu no primeiro dia! Foi realmente empolgante e estreou o site com um real “bang”. Agora é manter isso com o conteúdo certo. Todos os dias há algo novo para os fãs, pode ser um vídeo, uma música nova ou uma faixa acústica. A cada semana há uma maior quantidade de conteúdo e então, a cada mês, algo grande que vale mais que o valor original da inscrição. Nesse mês é um DVD ao vivo do show que fizemos antes do Natal.
OS FÃS REALMENTE CONSEGUEM FALAR COM VOCÊS PELO SITE?
Tom: Sim, nós estamos lá o tempo todo.
Danny: Nós podemos fazer webchats de qualquer lugar pelos nossos laptops, é incrível. Eu fiz alguns da minha casa e um da minha cama.
Tom: Há todo um lado de rede social na Super City, como Facebook, então você pode entrar e atualizar sua página.
Danny: Fãs têm seu próprio perfil e eles ganham pontos se fizerem coisas como postar uma foto e, com a gente, pontos ganham prêmios… Você pode conseguir ligações privadas de nós, e-mails, um show de sexo… Não, não, estou brincando! Começa com pequenas coisas até as grandes coisas, como um meet&greet.
QUANTOS PONTOS UM FÃ PRECISA PARA CONSEGUIR UMA LIGAÇÃO?
Tom: Muito, cerca de 500 ou 600.
E POR UM SHOW DE SEXO…?!
Tom: Um milhão de pontos.
Danny: Isso está na versão adulta do site [risos].
Dougie: O que tem no show de sexo? É a gente fazendo um com o outro ou com eles?
Danny: É, você se colocou em uma imagem que nós criamos, então parece que você estará fazendo por nós.
Tom: Eles não serão feitos por nós!
MUDANDO DE ASSUNTO – COMO VOCÊS SE ENVOLVERAM COM O COMIC RELIEF?
Harry: Eles nos chamaram e ficamos felizes de fazê-lo!
Tom: Isso começou quando Busted fez a regravação de Band Aid. Nós tínhamos o mesmo produtor e ele conversou com Richard Curtis e eles perguntaram se estaríamos interessados.
Harry: Para o ano seguinte ou algo assim, não foi?
Tom: Sim, eu e Danny fomos lá e conhecemos Richard e a equipe do Comic Relief e tocamos algumas das novas músicas que estávamos escrevendo e uma delas foi All About You. Eles se agarraram a essa e acharam que seria boa para o Comic Relief. Surgiu daí. Eles perguntaram se a gente queria ir à África para ver o que eles fazem lá. Nós estivemos em Kamwokya, na Uganda, duas vezes já. Foi incrível.